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| Os morros gêmeos e o pôr do sol. |
O pôr do sol de Noronha me inspirou a começar! Faz tempo que o blog está pronto, faltava um start. Pois bem este start aconteceu.
Quero compartilhar com os amigos a experiência de ter visitado Fernando de Noronha pela primeira vez. Vai uma constatação: Noronha é tudo o que dizem e mais um pouco! É fantástica!
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| Navio com estrutura de resort |
Na verdade, este primeiro contato só aconteceu por conta de antigo sonho de minha esposa, Poly, de fazer um cruzeiro marítimo. Depois de tantos anos de hotelaria e, principalmente de resorts, confesso que fazer um cruzeiro não estava entre a minhas prioridades. No entanto, me animei quando Poly me falou que o cruzeiro envolveria Fernando de Noronha. Valeu a pena!!!
Em relação ao cruzeiro em si, valeu por que foi uma nova experiência que agrega muito a minha vida profissional, como professor e pesquisador, e principalmente por que pude confirmar minhas convicções de que o turismo convencional, mesmo que em um confortável navio, com toda uma infraestrutura, de sustentável só tem o discurso.
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| Baía do Sancho |
Nos cruzeiros, assim como nos resorts, como diria minha amiga Carla Borba, a atividade turística torna-se uma “bolha ambiental que isola o turista de qualquer experiência de estranhamento com a destinação receptora", ou seja, um simulacro onde a experiência de férias torna-se uma fantasia preparada para o turista. Jean Baudrillard, em "Simulacros e Simulações", critica esse modo de vida contemporâneo onde o que se trata como realidade na verdade são signos (simulacros) que simulam a realidade, tornando o mundo um espaço de relações artificiais. Não é exatamente isso que se vende no turismo tradicional, principalmente nos cruzeiros e nos resorts?
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| companhia dos golfinhos |
Agora, em Noronha a história é outra. Embora haja um histórico de agressões ao ambiente desde a época em que a ilha principal do arquipélago era um presídio, como a drástica diminuição da vegetação natural, e outros problemas como o da investação dos tejús, além da pressão que a ilha sofre por conta da atividade turística, o rigoroso controle que se busca ali tem resposta imediata no equilibrio daquele ambiente.
Certo que Deus foi extremamente benovolente com aquele pequeno trecho, mas a precoupação em mantê-lo em equilibro, indo de encontro a lógica dominante capitalista do lucro acima de tudo, é que tem feito a diferença em Noronha. Fica a dúvida: até quando vai contnuar a resistência?
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| O mergulho do albatroz |
É impressionante como a natureza responde de forma positiva quando o homem respeita o seu equílibrio. Essa resposta fica evidente quando observamos os golfinhos ao nos aproximarmos da ilha. Na Praia Sueste tivemos outra experiência natural fantástica. Enquanto tomávamos um refrescante banho os albatrozes mergulhavam em busca dos cardumes de agulhas que circulavam entre nós! Impressionante!!!
São muitas as experiências inesquecíveis em Noronha, vale a pena conferir!
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| Côco verde a R$ 5,00. |
De negativo alguns preços. A distância do continente torna caro muita coisa por lá. Paguei R$ 5,00 por um côco verde na Barraca das Gêmeas. Perguntei se o côco vinha de fora, a resposta, com direito a cara feia do atendente, foi de que era produzido lá mesmo! É o preço do paraíso!!!






Plínio, parabéns pela iniciativa.
ResponderExcluirE parabéns pelo texto, muito interessante suas consideraçoes.
Jane
PROFESSOR PLÍNIO, SEUS ALUNOS DO NAVEGANTES PRAIA HOTEL ESTÃO CURTINDO MUITO SEU BLOG E ESPERANDO OS COMENTÁRIOS DE SUA PRÓXIMA VIAGEM!!!!!!
ResponderExcluirABRAÇOS,
ANGELA, LUCIANO E ROSANGELA.
Uma viagem dessa pode dizer que estamos no paraíso.
ResponderExcluirPresente que Deus nos deixou.
Um dia irei para desfrutar dessa maravilha.
Gostei do seu Blog. é bom porque por onde voce viajar; pelo o mundo afora, registrará aqui para compartilhar conosco.
parabéns.
abraços, olavo
Adorei o blog. Espero que além de relato de viagens, tenha também muitas informações sobre turismo e meio ambiente.
ResponderExcluirGrande Plínio e você virou garoto propaganda. kkk. Parabéns. Continue suas pesquisas e seu brilhante trabalho. Ailton
ResponderExcluirParabens professor Plínio. Não conhecia sua veia analítica que, avcredito que vem da origem. Mas é interessante sua abordagem sobre Fernando de Noronha. Essa é uma preocupação que deve ser levada em conta por todos. Voce sabia que a energia da ilha é gerada à base de óleo diesel? Pois é. Aí na UFPE existem estudos do Departamento de Elétrica para buscar outras alternativas renováveis para aquele paraíso, como por exemplo, a enérgia solar. Ou mesmo eólica, que seria bem mais compatível com o ambiente. Pense nisso nas suas pesquisas. Um abraço do irmão Genésio Sousa.
ResponderExcluirMais olha só em FN sonho de consumo de mais da metade de todos os pernambucanos...Parabens tio Plinio e mais uma vez belas palavras!
ResponderExcluirParabens gostei muinto, fique de água na boca. Deus te abençoe meu irmão. Irmão Gil
ResponderExcluirParabéns padrinho, só esqueceu de uma coisinha: os outros companheiros de viagem.
ResponderExcluirMuito boa a iniciativa e que outras viagens aconteçam.