Pernambuco tem visitado com frequência o noticiário dos principais meios de comunicação da região e do país por conta dos inúmeros investimentos nacionais e internacionais que estão migrando para o Estado. No entanto, desde de 2004, o Estado tem sido um referencial em tecnologia de reciclagem, e pouco se fala nisso. Trata-se da tecnologia desenvolvida pela Celulose Reciclada, uma empresa genuinamente pernambucana, resultado da visão empreendedora de dois amigos de longas datas: Marcelo Peixoto e Ailton Alves.
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| Logomarca da Celulose Reciclada |
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| Ailton e Daniel (ao fundo). |
Hoje senti uma alegria muito grande! Ao folhear as páginas da última edição do Guia Exame 2011 – Sustentabilidade, quem encontro lá: a Celulose Reciclada, com meu amigo Ailton, juntamente com Daniel, na tradicional pose para foto dos executivos bem sucedidos.

Não vou me alongar no relato sobre a revolucionária tecnologia, porque o Google tá ai é para isto mesmo, basta escrever o nome que você vai saber tudo sobre a Celulose Reciclada. No entanto, para aguçar sua curiosidade, vou dá um empurrãozinho. Eles desenvolveram uma tecnologia que consegue fechar o ciclo da utilização do liner, uma espécie de papel siliconado utilizado em adesivos presentes em muitas das embalagens que utilizamos no nosso dia a dia, e que até então não era reciclado, sendo, na maioria das vezes, incinerados ou jogados nos lixões. Com esta tecnologia, além de se evitar a incineração ou a jogada deste material nos lixões, o processamento do liner resulta em uma pasta celulósica de alta qualidade que é vendida para as fábricas de papel, evitando-se a utilização da madeira na produção de celulose. Cada tonelada de papel reciclado representa a vida útil de 15 a 30 árvores adultas que deixam de ser cortadas. Em relação a utilização da água a economia é impressionante, já que para fabricar uma tonelada de papel a partir da pasta celulósica são necessários 2.000 litros de água, enquanto que no processo tradicional, este volume pode chegar a 100.000 litros de água por tonelada de papel. Você já imaginou o quanto pode-se reduzir no consumo de água se esta tecnologia for divulgada e adotada pela industria do papel mundo afora?Gente, ela é pernambucana, e só se fala em SUAPE, na COPA 2014, na FIAT, e por ai vai!
Ficou curioso? Vai lá no Google, ou então compre o Guia Exame 2011 – Sustentabilidade.







